
A fase de grupos da Gold Cup chegou ao fim. Com um elenco formado principalmente por jogadores da MLS e reservas de outras equipes, a seleção masculina dos Estados Unidos se saiu impecável em três partidas, marcando oito gols e sofrendo apenas um. Derrotou o único time que venceu a Argentina na última Copa do Mundo e novos jogadores estão adquirindo experiência competitiva valiosa antes do torneio do próximo verão.
No entanto, nem tudo é alegria. Um conflito em andamento entre os melhores jogadores da equipe, ex-jogadores e o treinador está ofuscando as vitórias. Fora a goleada de 5-0 contra Trinidad e Tobago, os outros dois jogos não foram tão definitivos. Contra a Arábia Saudita, a equipe fez apenas cinco tentativas de gol e venceu com um gol de bola parada. No jogo final, empatou com o Haiti até a 75ª minuto, quando Patrick Agyemang driblou o goleiro e garantiu a vitória.
Os adversários da USMNT, de acordo com o ranking Elo do Futebol Mundial, ocupam as posições 99ª, 66ª e 86ª. Portanto, com a qualidade dos adversários e a incerteza na lista de jogadores principais, pouco aprendemos até agora. O próximo oponente, Costa Rica, está na 47ª posição, enquanto potenciais adversários futuros, como Panamá (32), Canadá (29) e México (25), estão entre os 35 melhores. Com 48 equipes se classificando para o torneio do próximo verão, esses são todos adversários de qualidade mundial.
Então, o que podemos aprender na próxima semana? Aqui estão cinco perguntas que devemos ver respondidas antes do fim da Gold Cup.
Se você tivesse feito essa pergunta um mês atrás, a resposta seria um sonoro “não”. Contudo, com a saída de Patrick Schulte e Zack Steffen devido a lesões, o treinador Mauricio Pochettino deu a Freese sua primeira convocação em um amistoso pré-torneio. Matt Turner, que iniciou o último amistoso contra a Suíça, era o esperado titular, mas após sofrer quatro gols, Freese jogou todos os minutos até agora na Gold Cup, apresentando uma performance mediana.
Ele teve algumas falhas, mas também teve bons momentos. O que resta a saber é se Pochettino dará a Freese a chance de enfrentar adversários mais fortes ou se Turner voltará a ser o titular. Se Freese continuar jogando bem, pode muito bem ser o favorito para o próximo verão.
Esse verão deveria ser importante para o meio-campista defensivo de 23 anos. Com Tyler Adams contundido e outros nomes fora de ação, Cardoso deveria ser um pilar no meio-campo da USMNT. O Atletico de Madrid estava interessado em contratá-lo, mas até agora, Cardoso jogou apenas 11 minutos na Gold Cup, e sua participação tem sido mínima.
Com uma expectativa alta, é incerto se ele até fará parte do elenco final da Copa do Mundo, considerando sua queda na hierarquia.
Antes do torneio, acreditava-se que o setor defensivo da USMNT estava bem coberto. No entanto, o veterano Tim Ream, de 37 anos, surpreendeu ao jogar todos os minutos até agora e tem se mostrado essencial. Ele tem contribuído significativamente para a posse de bola e suas ações estão aumentando as chances de gol da equipe.
No entanto, sua idade levanta dúvidas sobre a capacidade da USMNT em contar com ele em uma campanha séria na Copa do Mundo.
Os novos meio-campistas que estão substituindo estrelas como Christian Pulisic, Weston McKennie e Timothy Weah têm se saído bem, mas será que conseguirão manter esse desempenho contra adversários mais exigentes? O próximo jogo contra a Costa Rica será um verdadeiro teste de fogo para a equipe.
A USMNT precisa responder a essas perguntas críticas se quiser avançar na Gold Cup e se preparar adequadamente para a Copa do Mundo de 2026. O tempo está correndo, e as respostas que encontrarem nas próximas partidas podem moldar o futuro da equipe.

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