
No início da tarde de 12 de maio, a família imediata de Cooper Flagg se reuniu em seu quarto de hotel no Marriott Marquis, em Chicago. Estavam presentes seu irmão gêmeo, Ace, que é um minuto mais velho, seu pai, Ralph, e sua mãe, Kelly. Eles se preparavam para o sorteio do draft da NBA de 2025, que começaria mais tarde naquela noite.
Antes de saírem, a família do novato da Duke, considerado a escolha número um do draft, passou 30 minutos discutindo seu futuro. Eles já haviam conversado sobre as possíveis equipes que poderiam selecioná-lo, mas essa seria a reunião final antes que Cooper descobrisse onde provavelmente começaria sua carreira na NBA.
Sabiam que os Washington Wizards, Utah Jazz e Charlotte Hornets eram os favoritos para a primeira escolha, e novamente analisaram os pontos positivos de cada um. Washington ficava perto de Maine, onde a família passava seu tempo, enquanto Charlotte tinha uma base de fãs de ex-alunos da Duke. Utah era liderado por Danny Ainge, uma figura admirada pelos pais de Flagg.
No entanto, havia uma preocupação: Flagg nunca havia enfrentado a perda sustentada em sua carreira. A pressão de jogar em uma equipe perdedora poderia ser difícil para ele. O treinador da Duke, Jon Scheyer, refletiu sobre isso: “Seria difícil imaginar Cooper passando uma temporada cheia de derrotas”.
Logo, a família se dirigiu ao centro de convenções, onde Flagg recebeu orientações sobre como deveriam se comportar diante das câmeras. Quando as escolhas começaram a ser anunciadas, as surpresas começaram a surgir. Washington e Utah saíram do top quatro, e os Dallas Mavericks e San Antonio Spurs entraram. A família de Flagg ficou em silêncio, tentando processar a nova realidade.
O momento culminante aconteceu quando os Mavericks, com apenas 1,8% de chance de vencer a loteria, foram anunciados como vencedores. O que parecia impossível se tornara realidade em uma fração de segundos. A família de Flagg estava atordoada: “Dallas não estava nem em nossos planos”, comentou Ralph, seu pai.
Com a nova equipe, Flagg teria a oportunidade de se juntar a estrelas como Kyrie Irving e Anthony Davis, o que representava um novo tipo de pressão, mas também uma chance de cura para os Mavericks, que estavam se recuperando da saída de Luka Doncic.
A chegada de Flagg impactou rapidamente a organização, que viu um aumento nas vendas de ingressos e novas parcerias de patrocínio surgindo. “Vendemos 8 milhões de dólares em novos ingressos de temporada nos três dias após a loteria”, disse uma fonte dos Mavericks. Com isso, a família de Flagg começou a planejar sua presença na Summer League e a se preparar para a nova fase de sua vida.
Enquanto isso, Flagg continuava a se preparar fisicamente e mentalmente para o próximo passo em sua carreira, agora cercado por um futuro promissor em Dallas, uma cidade que tinha sua própria história de superestrelas.
Essa reviravolta não apenas redefine a trajetória de Cooper Flagg, mas também lança uma nova luz sobre a capacidade de reconstrução dos Mavericks. O impacto imediato nas vendas e na moral da torcida reflete a importância que jogadores como Flagg têm na dinâmica da equipe e no engajamento dos fãs. Como ele se adaptará a essa nova pressão será um ponto chave a ser observado.

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