
NOVA YORK — No primeiro grande choque do draft da NBA de 2025, o Utah Jazz decidiu arriscar ao selecionar o ala do Rutgers, Ace Bailey, um dos maiores talentos – e mistérios – desta classe.
Após a escolha do jogador com a quinta seleção, o presidente de operações de basquete de Utah, Austin Ainge, declarou à ESPN: “Nós realmente gostamos dele como jogador e achamos que ele se encaixa bem em nosso programa.”
Bailey comentou que ficou totalmente surpreso, afirmando que não tinha “nenhuma ideia” de que o Jazz estivesse interessado nele. Segundo uma fonte que conversou com Jonathan Givony da ESPN, Utah não estava entre os destinos que Bailey desejava. Entretanto, ele acredita que se adaptará bem aos novos companheiros de equipe.
“Sinto que, assim que eu chegar, haverá muito trabalho pela frente,” disse ele. “Sou alguém que gosta de se exercitar bastante. Vou incentivar meus companheiros a serem os melhores que podem ser. Quero chegar e ser um líder, mesmo sendo jovem.”
Além de Bailey, o Jazz também conseguiu o astro da Flórida, Walter Clayton Jr., que foi selecionado pelo Washington Wizards com a 18ª escolha, antes de ser trocado para Utah em troca das escolhas 21 e 43, além de escolhas de segunda rodada em 2031 e 2032.
A estratégia de pré-draft de Bailey gerou muita curiosidade nos dias que antecederam o evento. Ele foi projetado para ser uma das três primeiras escolhas da temporada, figurando em terceiro lugar na lista de 100 melhores da ESPN, mas era o único jogador americano que, até a noite do draft, não havia realizado nenhum treino com uma equipe da NBA.
Isso alimentou a crença de que Bailey e sua equipe tinham um destino preferido fora do top cinco, fazendo com que ele deslizasse nas projeções do draft. Na última simulação da ESPN, ele era projetado para ser escolhido pelo Wizards na sexta posição.
Bailey foi um prospecto amplamente debatido entre as equipes da NBA durante toda a temporada. Com 2,06 metros e habilidades de arremesso impressionantes, ele tem o tamanho para ser um ala grande, o tipo de jogador mais valioso na liga. No entanto, sua eficiência é uma preocupação, e ele ainda tem muito a desenvolver como manipulador de bola e passador.
Antes do draft, Washington parecia atender a várias expectativas de Bailey, que é de Chattanooga, Tennessee, mas cresceu em Atlanta. Os Wizards, em meio a uma reconstrução, precisam desesperadamente de uma estrela central, alguém que possa se tornar o principal pontuador de uma equipe de alto nível – e Bailey, se se destacar, tem potencial para isso.
Contudo, o Jazz, que teve o pior recorde da NBA na última temporada com 17-65, está em situação semelhante e não se deixou deter pela falta de uma oportunidade de treinar Bailey.
A equipe de Utah possui bastante espaço para que Bailey se destaque e será liderada por um dos melhores treinadores da liga, Will Hardy, que acertou uma extensão de longo prazo com a franquia nesta offseason.
Bailey expressou alívio por ter finalizado o processo do draft, afirmando: “Estou pronto para jogar basquete agora. Foi uma jornada incrível. Trabalhei duro, me empurrando fisicamente e mentalmente, apenas me preparando para o próximo nível.”

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