
O anúncio das reservas para o Jogo das Estrelas da WNBA de 2025, feito no domingo, gerou mais polêmica do que a lista de jogadores titulares, que foi divulgada na semana anterior através de votação popular, de jogadores e da mídia.
Os 22 jogadores escolhidos para o evento que ocorrerá em 19 de julho no Gainbridge Fieldhouse, em Indianápolis, representam 12 das 13 equipes da WNBA, com a última colocada Connecticut Sun não tendo nenhum All-Star, e incluem três novatas.
A equipe anfitriã, Indiana Fever, contará com três representantes: Caitlin Clark, uma das capitãs do time; Aliyah Boston; e Kelsey Mitchell. O Seattle Storm também terá três All-Stars: Skylar Diggins, Nneka Ogwumike e Gabby Williams.
Os líderes da liga, Minnesota Lynx, têm dois All-Stars: Napheesa Collier, outra capitã da equipe, e Courtney Williams. O mesmo ocorre com o campeão da WNBA, New York Liberty, que conta com Breanna Stewart e Sabrina Ionescu como seus dois All-Stars.
Entre os principais jogadores que foram deixados de lado, Kevin Pelton destacou Kayla McBride, que, apesar de ser a segunda melhor jogadora dos Lynx na temporada passada, não foi escolhida, mesmo apresentando números semelhantes em 2025. Para surpresa geral, os treinadores optaram por Courtney Williams, que não teve um desempenho tão contundente quanto McBride.
Alexa Philippou também mencionou a ausência de Brittney Sykes e Brionna Jones. Sykes está tendo um ano excepcional, enquanto Jones apresentou números de pontos e rebotes superiores ao seu desempenho de All-Star no ano anterior, mas não foi selecionada.
Kendra Andrews citou Natasha Cloud como uma das grandes ausências, ressaltando suas impressionantes médias de assistências e seu papel como defensora de elite na liga.
Do lado das boas notícias, Pelton expressou sua satisfação ao ver Skylar Diggins selecionada novamente, enquanto Voepel destacou Kayla Thornton como uma das surpresas positivas. Esta é a primeira vez que Thornton, após uma longa jornada na WNBA, faz parte do time All-Star.
Andrews também falou sobre o impacto de Thornton, afirmando que sua ascensão como jogadora principal da equipe é uma prova de sua evolução na liga.
Philippou elogiou Gabby Williams, que está se destacando nesta temporada após seu desempenho notável nas Olimpíadas de Paris em 2024.
À medida que o evento se aproxima, as expectativas aumentam. Quem será o MVP? Pelton aposta em Boston, enquanto Philippou acredita que um dos armadores do Fever, como Clark ou Mitchell, pode brilhar no palco. Voepel, por outro lado, sugere que a seleção pode ser influenciada pela força das jogadoras experientes.
A escolha dos All-Stars da WNBA traz à tona não só os talentos em destaque, mas também as disparidades na seleção que podem influenciar a dinâmica entre as equipes. A conversa sobre quem foi esquecido, como McBride, indica um debate contínuo sobre o reconhecimento merecido e o impacto das estatísticas na escolha dos jogadores. As rivalidades e as novas histórias de superação prometem fazer deste um dos Jogos das Estrelas mais memoráveis.

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