No Grande Prêmio de Silverstone, Max Verstappen manteve-se firme ao recusar-se a comentar sobre os rumores de uma possível transferência da Red Bull para a Mercedes em 2026. O chefe da Mercedes, Toto Wolff, já havia confirmado o interesse em contratar o tetracampeão mundial para o próximo ano.
Fontes informaram à ESPN que Verstappen possui uma cláusula em seu contrato que permite a rescisão com a Red Bull, que está vigente até 2028, caso ele termine o intervalo de verão, em agosto, abaixo da terceira posição. Atualmente, Verstappen ocupa o terceiro lugar, apenas nove pontos à frente de George Russell, piloto da Mercedes. Há rumores de que ele poderia substituir Russell, que ainda não renovou seu contrato para além desta temporada.
Na semana passada, Verstappen enfatizou que sua prioridade é melhorar o carro da Red Bull para 2025, após uma série de resultados decepcionantes. Quando questionado sobre as especulações, ele respondeu: “Não tenho nada a acrescentar. Nada mudou do meu lado. No último final de semana, não tivemos um ótimo resultado, mas também tivemos um pouco de azar. Não digo que estaríamos desafiando a McLaren, mas poderíamos ter tido um resultado razoável. Tudo que eu disse naquela semana ainda permanece o mesmo.”
Toto Wolff confirmou que decidirá sobre a formação do time para 2026 durante o intervalo de verão, após o Grande Prêmio da Hungria, período em que a cláusula de Verstappen poderá ser ativada ou não, dependendo de sua posição no campeonato.
A situação está sendo acompanhada de perto, e Christian Horner, chefe da Red Bull, parece tranquilo, pois muitos acreditam que os rumores sobre a Mercedes vêm mais do pai de Verstappen, Jos, do que do próprio piloto. O futuro em 2026 promete ser desafiador devido a uma mudança significativa nas regulamentações da Fórmula 1, tanto na aerodinâmica quanto no motor, o que torna impossível prever quem será a equipe dominante.
Fontes indicam que a Mercedes está confiante em seu motor para 2026, embora isso não garanta sucesso, uma vez que atualmente está atrás da McLaren no campeonato. A Red Bull, que encerra sua parceria vitoriosa com a Honda após este ano, passará a usar motores próprios, desenvolvidos em parceria com a Ford. A expectativa interna é que o novo projeto não produza um motor campeão logo de cara, mas saber como ele se compara aos concorrentes é um mistério. Verstappen reconheceu que mudar de equipe em um cenário tão incerto é arriscado, afirmando: “É verdade. Por isso, estou sob contrato com a Red Bull.”
Uma teoria crescente sugere que Verstappen poderia permanecer na Red Bull na próxima temporada, enquanto Russell receberia um contrato de um ano, permitindo que ele avaliasse melhor suas opções. Isso também abriria espaço para que Verstappen observasse equipes como Ferrari ou Aston Martin, que estão se tornando parceiras da Honda.
Alguns relatos mencionaram a possibilidade de Verstappen tirar um sabático para avaliar a situação, mas ao ser questionado, ele foi categórico: “Não, de jeito nenhum.” Ele demonstrou interesse em participar de eventos de GT, com um teste muito divulgado no Nurburgring sob o nome de Franz Herman. Verstappen declarou que pretende explorar mais a fundo outras modalidades de corrida no futuro.

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